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Desde pequeno, doses de saúde

12 de setembro de 2017 Posted in: Notícias

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Ao percebermos a fragilidade de um recém-nascido, estabelecemos a proteção como um dever prioritário – que logo se transformará num vínculo afetivo a unir, para sempre, pais e filhos.

Os primeiros dias de vida de um bebê precisam ser cercados de cuidados, e isso, claro, significa ispensar uma grande atenção à saúde dele. Por ser tão propenso a patológicos – agora já sem a proteção dos anticorpos da mãe –, ainda na maternidade a criança receberá sua primeira vacina, preferencialmente nas suas primeiras 24 horas de vida, imunizando-a contra a hepatite B. Essa ainda será aplicada outras duas vezes, até o bebê atingir os seis meses, recomenda a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).A famosa BCG – Bacilo Calmette-Guerin, que previne contra casos de tuberculose – é outra das vacinas essenciais ao bebê e deve ser aplicada também, preferencialmente, logo após a saída da maternidade.

Certo é que tão tenra idade desperta um sentimento aflorado de zelo, por isso, estar atento ao calendário de vacinas para crianças tão exposta a patológicos é, mais do que uma necessidade, um dever dos pais. Até a criança completar dois anos, a SBIm recomenda que a criança receba 11 tipos de imunização e, sempre que possível, com vacinas combinadas – isso sem contar os reforços de vacinas já feitas.

A rede privada, por exemplo, tem algumas vacinas que a rede pública não oferece ou oferece em outras versões. É o caso da tríplice bacteriana, que deve ter sua primeira dose ministrada aos dois meses – outras duas doses devem ser aplicadas até os seis meses, além de reforços a partir dos 15 meses. Em clínicas particulares, aplica-se a chamada DTPa, pois os eventos adversos associados com sua administração são menos frequentes se comparados à DTPw, oferecida pela rede pública. Na rede privada você a encontra nas versões: Hexavalente (DTPa+Hib+Pólio+Hepatite B) e Pentavalente (DTPa+Hib+Pólio).

É também aos dois meses que as crianças receberão a primeira dose de uma série de vacinas: hib (contra meningite, principalmente), poliomielite, rotavírus (a rede privada disponibiliza, além da versão monovalente, a pentavalente) e pneumocócica 13 Valente (contra pneumonia, meningite, otite, entre outras) – todas com mais duas aplicações até os seis meses, além de algumas necessitarem de reforços a partir dos 12 meses.

Nesse mesmo esquema de dosagem está a meningocócica B – causadora de meningite grave –, que deve ter a primeira dose aplicada aos três meses, assim como as menigocócicas conjugadas. A partir dos seis meses, é recomendada também a vacinação contra a influenza (gripe).

Ao completar um ano, mais três vacinas entram no calendário das crianças, a hepatite A, a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), a varicela (catapora) e ou a Tetra Viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Todas devem ter uma segunda dosagem, sendo a de hepatite A aos 18 meses e as demais até os dois anos.

Cumprir em dia esse calendário é a garantia de oferecer o bem mais precioso que uma criança precisa para se desenvolver, a saúde. Não esqueça, também, de sempre consultar um pediatra e manter atualizada sua caderneta de vacinação.